Antes que venham os comentários sobre as matérias veiculadas nos jornais de grande circulação no Rio Grande do Sul (Zero Hora, Correio do Povo, o Sul), no dia seguinte ao maior ato pela Saúde já realizado em nosso estado, temos que ter uma análise crítica sobre a própria mídia.
As empresas de mídia, são empresas privadas, portanto formadas por capitalistas que exploram também os trabalhadores (muitas pagam salários aviltados, com atraso, praticam assedio moral), e obtem lucro da venda de comerciais onde seus maiores clientes são seus pares (empresários do comercio, da industria, de planos de saúde, etc...) jamais temos que esperar dos meios de comunicação uma atitude igualitária.
O movimento mais saúde para o SUS é algo inédito, reúne entidades diferentes, umas que possuem recursos e outras sem receita. O objetivo do movimento é a defesa do SUS, o SUS é uma política socialista, igualitária.
Ora, a mídia não tem condições de esconder o movimento, porém pode fazer com que pareça uma defesa do capitalismo, ou pelo menos que não traga uma visão crítica ao sistema. Para isso, procura divulgar apenas as entidades que tem capital e dá as matérias uma versão de reajuste de tabela ou de honorários. Embora todos os discursos das entidades presentes: Conselhos de Saúde, ABRASUS, FEESSERS, SINDISAUDE, SIMERS, CREMERS, FEDERAÇÃO DAS SANTAS CASAS, FENAM, AMRIGS, ETC ..., falem da dificuldade de acesso, da falta de recursos, da defesa do SUS, nada disso aparece nos textos da mídia. O que aparece são dados de defasagem de tabela.O SUS não interessa a um dos maiores clientes da mídia que são os planos privados de saúde.
Embora todas as entidade estivessem no palco e tivessem dito algo aos repórteres, só aparecem nomes e entidades que costumeiramente gastam elevados valores em mídia.
De qualquer forma temos que ter um ententimento muito claro, o movimento sindical carece urgente de uma mídia alternativa, capaz de trazer de fato uma visão clara dessa grande conquista chamada SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE e dos problemas para sua implementação de fato.
Fizemos um grande ato, com mais de 5.000 mil participantes e centenas de milhares de testemunhas que viram aquela passeata cívica e cidadã, defendo um SUS para todos.
Para a grande mídia capitalista trabalhador tem que ter queixas e jamais opinião e nós temos opinião e proposta.
As empresas de mídia, são empresas privadas, portanto formadas por capitalistas que exploram também os trabalhadores (muitas pagam salários aviltados, com atraso, praticam assedio moral), e obtem lucro da venda de comerciais onde seus maiores clientes são seus pares (empresários do comercio, da industria, de planos de saúde, etc...) jamais temos que esperar dos meios de comunicação uma atitude igualitária.
O movimento mais saúde para o SUS é algo inédito, reúne entidades diferentes, umas que possuem recursos e outras sem receita. O objetivo do movimento é a defesa do SUS, o SUS é uma política socialista, igualitária.
Ora, a mídia não tem condições de esconder o movimento, porém pode fazer com que pareça uma defesa do capitalismo, ou pelo menos que não traga uma visão crítica ao sistema. Para isso, procura divulgar apenas as entidades que tem capital e dá as matérias uma versão de reajuste de tabela ou de honorários. Embora todos os discursos das entidades presentes: Conselhos de Saúde, ABRASUS, FEESSERS, SINDISAUDE, SIMERS, CREMERS, FEDERAÇÃO DAS SANTAS CASAS, FENAM, AMRIGS, ETC ..., falem da dificuldade de acesso, da falta de recursos, da defesa do SUS, nada disso aparece nos textos da mídia. O que aparece são dados de defasagem de tabela.O SUS não interessa a um dos maiores clientes da mídia que são os planos privados de saúde.
Embora todas as entidade estivessem no palco e tivessem dito algo aos repórteres, só aparecem nomes e entidades que costumeiramente gastam elevados valores em mídia.
De qualquer forma temos que ter um ententimento muito claro, o movimento sindical carece urgente de uma mídia alternativa, capaz de trazer de fato uma visão clara dessa grande conquista chamada SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE e dos problemas para sua implementação de fato.
Fizemos um grande ato, com mais de 5.000 mil participantes e centenas de milhares de testemunhas que viram aquela passeata cívica e cidadã, defendo um SUS para todos.
Para a grande mídia capitalista trabalhador tem que ter queixas e jamais opinião e nós temos opinião e proposta.
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