domingo, 22 de junho de 2008

QUANDO OLHAMOS O SISTEMA DE SAÚDE AMERICANO FICAMOS ORGULHOSOS DO NOSSO SUS E MAIS FORTES PARA LUTAR PELA SUA IMPLEMENTAÇÃO

Michael Moore, em seu documentário, mostra um sistema de saúde privatizado, que obriga as pessoas a terem planos de saúde, porém 50 milhões de pessoas 16 % da população não conseguem ser aceitos pelos planos de saúde, estão totalmente descobertos.

Os outros 250 milhões que conseguem os planos de saúde, não tem garantia de atendimento quando ficam doentes, pelas claúsulas de barreira dos contratos que travam os atendimentos. Em 1992 a então senadora Hillary Clinton, tentou criar um sistema universal, porém seu plano foi derrotado pela guerra da propaganda negativa bancada pelos planos de saúde privados. O setor de seguros pratica uma fraude sistemática para otimizar os lucros de seus acionistas, negando cobertura aos pacientes", diz Moore.

Jonathan Cohn, diretor da revista New Republic, corrobora essas alegações em um novo livro, Sick, no qual relata o caso de Janice Ramsey, corretora de imóveis da Flórida e paciente de diabetes, como 18 milhões de outros americanos. Devido à doença, ela não conseguiu se inscrever em qualquer plano de saúde.

Embora os serviços norte-americanos de saúde protejam cada vez menos gente e de forma cada vez menos confiável, seus custos não param de crescer. O país gasta 10% de seu Produto Interneto Bruto (PIB) com a saúde, à frente dos 10% da França ou do Canadá e dos 7,7% da Espanha.

O contribuinte não tem poder de negociação nem para exigir melhor cobertura das administradoras de planos de saúde nem para exigir preços menos abusivos para os remédios.

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