Existem duas Chinas no momento. Uma é a pátria dos mais de 1,3 bilhão de chineses, que desde 1949 vivem sob o regimento do PCC, com liberdades restritas, com forte repressão, sem liberdade de imprensa, sem garantias em seus direitos humanos, com uma jornada excessiva de trabalho, com alta concentração de renda, alto índice de suicídio.
Outra é a China mostrada pela mídia ao mundo capitalista, que fecha os olhos, ouvidos e o nariz para os problemas e vêem apenas um grande mercado exportador e importador, a China dos cifrões.
A China tem um Regime autoritário mais antigo que o de CUBA, que cometeu e comete violações muito mais graves aos Direitos Humanos contra seu povo, mas a imprensa capitalista mundial não critíca o Presidente Chinês Hu Jintao da mesma forma que faz contra Fildel Castro e outros regimes comunistas. A diferença é a riqueza da China que traz ostentação para uma camada considerável de Chineses e faz destes e dos negócios que realizam a única referência para o mundo capitalista.
Outra é a China mostrada pela mídia ao mundo capitalista, que fecha os olhos, ouvidos e o nariz para os problemas e vêem apenas um grande mercado exportador e importador, a China dos cifrões.
A China tem um Regime autoritário mais antigo que o de CUBA, que cometeu e comete violações muito mais graves aos Direitos Humanos contra seu povo, mas a imprensa capitalista mundial não critíca o Presidente Chinês Hu Jintao da mesma forma que faz contra Fildel Castro e outros regimes comunistas. A diferença é a riqueza da China que traz ostentação para uma camada considerável de Chineses e faz destes e dos negócios que realizam a única referência para o mundo capitalista.
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