
Centro Murialdo reabre, mas problemas persistem.
As sete unidades de saúde (UBSs) do Centro de Saúde Escola Murialdo (CSEM) reabriram as portas ontem, mas o atendimento à população do bairro Partenon, na zona Leste de Porto Alegre, continua precário.
Os 146 funcionários e 70 médicos residentes voltaram ao trabalho depois de 14 dias de greve e as reivindicações permanecem.
Foto: Fabio Morais
Estão programadas assembléias quinzenais, com vistas a avaliar os resultados das negociações com a Secretaria Estadual da Saúde. A coordenadora técnica do Murialdo, Karin Hagemann, explicou que as unidades devem reagendar as consultas marcadas para os dias em que os postos estiveram fechados. Isso ocorrerá conforme a realidade de cada unidade', acrescentou. Karin informou que será entregue hoje à Secretaria da Saúde um levantamento sobre a situação dos prédios do centro.
As más condições da infra-estrutura do local foram constatadas ontem pela comissão de fiscalização do Conselho Estadual de Saúde, que entregará relatório ao Ministério Público, à Secretaria Estadual da Saúde e às vigilâncias sanitárias do Estado e do município.
O coordenador da comissão, Carlos Weber, apontou vários problemas na unidade 5, como telhados sem revestimento, água acumulada dentro de uma sala de atendimento, um espaço destinado à vacinação com janelas junto a canil, cheiro de esgoto em local onde são feitos curativos e paredes sem pintura e cheias de infiltrações.
Os pacientes da unidade 2 Vila Vargas, que está fechada à espera de reforma, foram atendidos pela manhã na sede do Murialdo, no Sanatório Partenon. Todavia, não há médicos que possam garantir o funcionamento à tarde. 'A necessidade de contratação é urgente', afirmou Karin.
Até agora, foram agilizadas as negociações entre secretaria e servidores acerca do adicional de risco de vida sobre os vencimentos dos funcionários, que está em análise na Fazenda. Solidária às reivindicações no Murialdo, a comunidade do Partenon planeja caminhada pelas ruas do bairro para amanhã.
Os 146 funcionários e 70 médicos residentes voltaram ao trabalho depois de 14 dias de greve e as reivindicações permanecem.
Estão programadas assembléias quinzenais, com vistas a avaliar os resultados das negociações com a Secretaria Estadual da Saúde. A coordenadora técnica do Murialdo, Karin Hagemann, explicou que as unidades devem reagendar as consultas marcadas para os dias em que os postos estiveram fechados. Isso ocorrerá conforme a realidade de cada unidade', acrescentou. Karin informou que será entregue hoje à Secretaria da Saúde um levantamento sobre a situação dos prédios do centro.
As más condições da infra-estrutura do local foram constatadas ontem pela comissão de fiscalização do Conselho Estadual de Saúde, que entregará relatório ao Ministério Público, à Secretaria Estadual da Saúde e às vigilâncias sanitárias do Estado e do município.
O coordenador da comissão, Carlos Weber, apontou vários problemas na unidade 5, como telhados sem revestimento, água acumulada dentro de uma sala de atendimento, um espaço destinado à vacinação com janelas junto a canil, cheiro de esgoto em local onde são feitos curativos e paredes sem pintura e cheias de infiltrações.
Os pacientes da unidade 2 Vila Vargas, que está fechada à espera de reforma, foram atendidos pela manhã na sede do Murialdo, no Sanatório Partenon. Todavia, não há médicos que possam garantir o funcionamento à tarde. 'A necessidade de contratação é urgente', afirmou Karin.
Até agora, foram agilizadas as negociações entre secretaria e servidores acerca do adicional de risco de vida sobre os vencimentos dos funcionários, que está em análise na Fazenda. Solidária às reivindicações no Murialdo, a comunidade do Partenon planeja caminhada pelas ruas do bairro para amanhã.
GERAL - Correio do Povo - Edição 31/07/2008
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