É fundamental que entidades (CUT, CNTS, FEESSERS e SINDISAUDES) criem espaços para discutir raça e GLTB, porém alguns comentários, que tentam dar legitimidade apenas para alguns na discussão de temas que envolvem preconceito, principalmente quando se fala em raça, são motivo de preocupação entre nós.
Falamos isso baseados nos estudos e publicações recentes mostrando que o povo brasileiro é oriundo de uma intensa miscigenação. Cor da pele neste país não conta a história da ancestralidade de uma pessoa. Como divulgado pela imprensa, as conclusões seriam assim resumidas, “Nem todo negro no Brasil é geneticamente um afro-descendente, nem todo afro-descendente é necessariamente um negro”. Disso decorre, de acordo com os pesquisadores, que raça é somente um conceito social, o que as ciências sociais há muito tempo vem demonstrando.
Nos grupos de debates não se deve discriminar pela cor da pele, porque nada significa em termos de raça, não há certeza, por isso o debate deve ser democrático, igualitário, pautado pelo senso da busca da igualdade.
Se houve no passado equívocos de classificação racial, onde uns julgavam haver raças superiores, no presente não deve ter espaço para separação. Não há pessoas legítimas ou ilegítimas, assim como ninguém possui imunidade em discriminar e ser discriminado.
Portanto todos devem ser incluídos.
Falamos isso baseados nos estudos e publicações recentes mostrando que o povo brasileiro é oriundo de uma intensa miscigenação. Cor da pele neste país não conta a história da ancestralidade de uma pessoa. Como divulgado pela imprensa, as conclusões seriam assim resumidas, “Nem todo negro no Brasil é geneticamente um afro-descendente, nem todo afro-descendente é necessariamente um negro”. Disso decorre, de acordo com os pesquisadores, que raça é somente um conceito social, o que as ciências sociais há muito tempo vem demonstrando.
Nos grupos de debates não se deve discriminar pela cor da pele, porque nada significa em termos de raça, não há certeza, por isso o debate deve ser democrático, igualitário, pautado pelo senso da busca da igualdade.
Se houve no passado equívocos de classificação racial, onde uns julgavam haver raças superiores, no presente não deve ter espaço para separação. Não há pessoas legítimas ou ilegítimas, assim como ninguém possui imunidade em discriminar e ser discriminado.
Portanto todos devem ser incluídos.
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