Estamos encerrando 2008 um ano que foi bom em termos de negociações coletivas. Houveram inúmeros acordos na Saúde, com recuperação da inflação e algum aumento real, poucos hospitais não aceitaram negociar com os trabalhadores.
Em 2009 teremos uma conjuntura um pouco diferente, a inflação próxima aos 7 % (sete por cento) para as datas-base de março, abril e maio, mais o reajuste do salário mínimo nacional acima dos 10 % (dez por cento) em fevereiro, vai provocar a necessidade de reajustes maiores nos salários em 2009.
O Governo do Estado, com sua turbulência constante, escândalos e troca de secretários, criminalização dos movimentos sociais, projetos que trazem prejuízo para a economia e para os cidadãos, cortes profundos nos investimentos sociais (saúde, educação) , com certeza será nossa fonte de preocupação.
A Governadora, através do ex-secretário Busatto, tinha se comprometido em construir uma política de reajuste do Piso Mínimo Estadual, porém foi apenas mais uma de suas promessas não cumpridas.
Vamos precisar de muita mobilização dos trabalhadores da Saúde no primeiro trimestre de 2009, enfrentar o Governo anti-popular da Governadora Yeda, para garantir reajuste no Piso Salarial e garantir verbas estaduais para manutenção dos programas da saúde.
Quanto aos Patrões, devemos levar nossa pauta de reivindicações, com as prioridades extraídas do nosso debate estadual durante o VIII Congresso Estadual. Esta mais do que na hora de definirmos condições mais favoráveis para os trabalhadores exercerem suas funções nos hospitais. Temos que debater, reajuste salarial, jornada compatível, dimensionamento das equipes, política de interelacionamento, saúde e segurança do trabalho.
Existe uma preocupação com a crise mundial e os efeitos da oscilação cambial, porém as previsões são de inflação controlada abaixo dos dois dígitos e o dólar permanecendo próximo dos dois reais, essa previsão é até 2011, portanto a conjuntura não deverá afetar nas negociações.
Ao desejarmos boas festas a todos os Dirigentes e Trabalhadores da Saúde do RS, queremos um 2009 com bastante participação e muitas conquistas para todos.
Em 2009 teremos uma conjuntura um pouco diferente, a inflação próxima aos 7 % (sete por cento) para as datas-base de março, abril e maio, mais o reajuste do salário mínimo nacional acima dos 10 % (dez por cento) em fevereiro, vai provocar a necessidade de reajustes maiores nos salários em 2009.
O Governo do Estado, com sua turbulência constante, escândalos e troca de secretários, criminalização dos movimentos sociais, projetos que trazem prejuízo para a economia e para os cidadãos, cortes profundos nos investimentos sociais (saúde, educação) , com certeza será nossa fonte de preocupação.
A Governadora, através do ex-secretário Busatto, tinha se comprometido em construir uma política de reajuste do Piso Mínimo Estadual, porém foi apenas mais uma de suas promessas não cumpridas.
Vamos precisar de muita mobilização dos trabalhadores da Saúde no primeiro trimestre de 2009, enfrentar o Governo anti-popular da Governadora Yeda, para garantir reajuste no Piso Salarial e garantir verbas estaduais para manutenção dos programas da saúde.
Quanto aos Patrões, devemos levar nossa pauta de reivindicações, com as prioridades extraídas do nosso debate estadual durante o VIII Congresso Estadual. Esta mais do que na hora de definirmos condições mais favoráveis para os trabalhadores exercerem suas funções nos hospitais. Temos que debater, reajuste salarial, jornada compatível, dimensionamento das equipes, política de interelacionamento, saúde e segurança do trabalho.
Existe uma preocupação com a crise mundial e os efeitos da oscilação cambial, porém as previsões são de inflação controlada abaixo dos dois dígitos e o dólar permanecendo próximo dos dois reais, essa previsão é até 2011, portanto a conjuntura não deverá afetar nas negociações.
Ao desejarmos boas festas a todos os Dirigentes e Trabalhadores da Saúde do RS, queremos um 2009 com bastante participação e muitas conquistas para todos.
Um comentário:
Engraçado, é facil referir-se ao Buzatto do Governo Yeda CRusius, mas esquecem do José Dirceu do Governo Lula, esquecem dos mensalões do Governo Lula, ou seja, pimenta nos olhos dos outros é refresco, correto?
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