Profissionais fazem revezamento para atender os pacientes no Hospital Luterano Foto:Ronaldo BernardiTrabalhadores paralisam parcialmente atividades em dois hospitais da Ulbra
Estão garantidos apenas 30% dos atendimentos, e a prioridade é para casos de urgência
Felipe Daroit felipe.daroit@rdgaucha.com.br
Desde o início da manhã desta terça feira, trabalhadores ligados ao Sindisaúde paralisavam parcialmente as atividades no Hospital Luterano, em Porto Alegre, e no Hospital da Ulbra de Tramandaí, no Litoral Norte. Enfermeiros, auxiliares, técnicos em enfermagem e funcionários do setor administrativo reivindicam o pagamento de salários atrasados.
No Hospital Luterano, os médicos trabalhavam em esquema de revezamento. Na emergência, por exemplo, em vez dos dois profissionais que geralmente cumpriam sua função, estava somente um na manhã de hoje. Ainda assim, todos os pacientes estavam sendo atendidos, disse o plantonista Cassiano Roberto Galvagni.Segundo o sindicato, muitos profissionais ainda não receberam os pagamentos referentes a outubro e a primeira parcela do 13º salário.
Conforme o presidente do Sindisaúde, João Menezes, a categoria vai garantir apenas 30% dos serviços, priorizando casos de urgência. Há promessa de paralisação das atividades nesta quarta-feira em mais duas unidades: nos hospitais Independência, na Capital, e Universitário, em Canoas.
No final da tarde desta terça feira, deputados gaúchos se reunirão com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para discutir medidas para tentar solucionar os problemas decorrentes da crise na Universidade. Segundo a assessoria de imprensa da Ulbra, por enquanto, a Universidade não irá se manifestar oficialmente sobre o assunto.
Estão garantidos apenas 30% dos atendimentos, e a prioridade é para casos de urgência
Felipe Daroit felipe.daroit@rdgaucha.com.br
Desde o início da manhã desta terça feira, trabalhadores ligados ao Sindisaúde paralisavam parcialmente as atividades no Hospital Luterano, em Porto Alegre, e no Hospital da Ulbra de Tramandaí, no Litoral Norte. Enfermeiros, auxiliares, técnicos em enfermagem e funcionários do setor administrativo reivindicam o pagamento de salários atrasados.
No Hospital Luterano, os médicos trabalhavam em esquema de revezamento. Na emergência, por exemplo, em vez dos dois profissionais que geralmente cumpriam sua função, estava somente um na manhã de hoje. Ainda assim, todos os pacientes estavam sendo atendidos, disse o plantonista Cassiano Roberto Galvagni.Segundo o sindicato, muitos profissionais ainda não receberam os pagamentos referentes a outubro e a primeira parcela do 13º salário.
Conforme o presidente do Sindisaúde, João Menezes, a categoria vai garantir apenas 30% dos serviços, priorizando casos de urgência. Há promessa de paralisação das atividades nesta quarta-feira em mais duas unidades: nos hospitais Independência, na Capital, e Universitário, em Canoas.
No final da tarde desta terça feira, deputados gaúchos se reunirão com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para discutir medidas para tentar solucionar os problemas decorrentes da crise na Universidade. Segundo a assessoria de imprensa da Ulbra, por enquanto, a Universidade não irá se manifestar oficialmente sobre o assunto.
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