quarta-feira, 30 de abril de 2008

SEMINARIO DO FSST REUNE CENTENAS DE TRABALHADORES


Conforme a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) Apenas 1 a 4% dos casos de doenças ocupacionais causadas pelo trabalho são de fato reconhecidas como conseqüência da profissão.

Esses e outros problemas foram debatidos no dia (28) durante o Seminário “Saúde, Trabalho e Previdência”, realizado pelo Fórum Sindical de Saúde do Trabalhador (FSST). O encontro, realizado no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre (STIMEPA), marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidente e Doenças do Trabalho.

A atividade contou com a presença do Presidente da instituição, Claudir Nespolo, do presidente da CUT/RS, Celso Woyciechowski, do Fórum Sindical de Saúde do Trabalhador (FSST), Alfredo Gonçalves, da Federação dos Metalúrgicos do RS, Milton Viário, do Ministério Público do Trabalho, Ricardo Vagner Garcia Silvano, do gerente regional do INSS, Roberto Ruiz, da Secretaria Estadual da Saúde, Francisco Paz, da deputada Federal Maria do Rosário, do deputado Estadual Adão Villaverde e do Senador Paulo Paim.

Em sua fala, o Presidente Claudir Nespolo ressaltou que o Sindicato é sensível as questões que afetam o trabalhador. “Hoje é dia de cobrar duramente uma solução para os acidentes e as doenças ocupacionais. Esse ritmo de trabalho imprimido nas empresas tem seqüelado milhões”, afirmou. O presidente ainda criticou a postura dos peritos do INSS que não fazem laudo corretamente, desafiando-os a dizer de que lado estão na luta de classes. “Esses médicos servem a quem? Aos trabalhadores ou aos interesses do poder econômico?”, perguntou Claudir.

O Presidente da CUT/RS também foi taxativo sobre o descaso da Previdência Social. Criticou as denúncias de abuso durante as perícias e culpou o descaso dos empresários pelo alto índice de acidentes de trabalho. “Queremos que esses absurdos acabem, por isso desejamos que essa data (28 de abril) não fique apenas em nossas memórias, mas principalmente nas consciências dos governantes e dos patrões”. Segundo o Centro Estadual de Vigilância em Saúde, 503.890 acidentes ocorreram em 2006.

MOÇÃO
Durante a manhã, os participantes do Seminário aprovaram uma importante moção de denúncia, defesa e apoio. O documento denuncia a forma como são realizadas as perícias médicas no INSS, que prejudica o trabalhador e exime as empresas da responsabilidade pelas doenças ocupacionais e expressa total apoio ao Senador Paulo Paim, autor dos projetos do fim do fator previdenciário e de correção dos benefícios pelo mesmo índice do salário mínimo, temas defendidos incondicionalmente pelos Metalúrgicos.

O documento será lido por Paim essa semana na tribuna do Senado Federal.REBELDIA EM NOME DA CLASSE OPERÁRIAO Senador Paulo Paim foi um dos responsáveis por um dos momentos mais marcantes do encontro. Num gesto que ele mesmo classificou como “um ato simbólico de rebeldia contra as atuais regras de aposentadoria e reajuste dos benefícios”, Paim tirou a camisa social em plena tribuna, para, em seguida, vestir a camiseta preta em memória ao 28 de abril que recebera na chegada. “Esse é um preto de luto, de protesto contra as empresas que não seguem as normas de proteção e é sinal de luta por nossos direitos de aposentadoria digna”, destacou.

Paim fez duras críticas ao sistema previdenciário em vigor e comentou os projetos de Lei 042 e 296 (de sua autoria), que acaba com o fator previdenciário e o outro assegura aos aposentados e pensionistas os mesmos reajustes e política de valorização dada ao salário mínimo. “Não podemos admitir que um trabalhador contribua sobre dez salários e só possa se aposentar com seis. Do mesmo modo o índice de reajuste dos benefícios deve passar a acompanhar a inflação e o resultado anual do PIB”, defendeu.

O Senador convocou uma pressão nacional para que a Câmara dos Deputados aprove os projetos de lei 042 e 296. “A primeira vitória já foi conquistada no Senado Federal, agora é a vez de irmos para as ruas lutar pelo fim dessas injustiças, conclamou.

terça-feira, 29 de abril de 2008

SÃO GABRIEL MARCA REUNIÃO DIA 08 DE MAIO NA CÂMARA DE VEREADORES PARA DISCUTIR A PARTICIPAÇÃO NO ATO MOVIMENTO MAIS SAUDE PARA O SUS




As mobilizações em torno do ATO SHOW DO DIA 30 DE MAIO, estão em plena atividade. O Conselho Estadual de Saúde enviou correspondência a todos os Conselhos Municipais de Saúde, com o documento do movimento. O SINDISAUDE SÃO GABRIEL estará reunindo as lideranças locais na Câmara de Vereadores da Cidade.

HOSPITAL DE CARIDADE SÃO VICENTE DE PAULA DE CRUZ ALTA DEVERÁ PAGAR R$ 980.000,00 DE MULTA AO FAT.

O Hospital de Cruz Alta, foi condenado pelo TRT da 4ª Região,em sentença proferida pela 3ª Turma de Juízes, no dia 23 de abril de 2008. A ação é do Ministério Publico do trabalho, depois que o Hospital não cumpriu uma sentença em uma ação civil publica do próprio Ministério Público do Trabalho. A decisão mandava pagar os salários um dia após o recebimento do repasse do SUS, pagamento das férias conforme a lei, efetuar as homologações das rescisões com pagamento das verbas indenizatórias.
É lamentável que a Direção do Hospital deixou a situação chegar a esse ponto, a Direção do SINDIESCA muito alertou para esse fato. Esperamos que a Direção do Hospital tome tento, não cometa mais infrações trabalhistas e essa multa sirva como uma lição pedagógica, para este e para outros hospitais que cometem as mesmas irregularidades.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

SEMINARIO FORUM ESTADUAL DE SAUDE NA FEESSERS










O Forum Estadual de Saúde, esta realizando hoje e amanhã (25 e 26 de abril) o Seminário 20 anos do SUS, na Sede da FEESSERS. Sob a Coordenação do CEAP (Centro de Educação e Assessoramento Popular de Passo Fundo), cerca de 50 lideranças sindicais e comunitárias (movimentos populares) estão debatendo o SUS. O primeiro painelista o Dr. Deroci Cirilo fez uma avaliação conjuntural do SUS.

CAMPANHA SALARIAL - NEGOCIAÇÕES EM PORTO ALEGRE

Negociações da Campanha Salarial chegam à reta final

Abril está sendo marcado pelas rodadas decisivas da Campanha Salarial 2008, que começou em janeiro. A Comissão de Negociação, formada pela diretoria e delegados do SINDISAÚDE-RS, vem se reunindo há dois meses com os representantes dos Sindicatos Patronais e nas próximas duas semanas as negociações deverão ser encerradas, conforme avaliação dos participantes de ambos os lados.
As principais reivindicações dos trabalhadores da saúde que estão sendo levadas à mesa são: a reposição das perdas da inflação (INPC em torno de 5,50% de acordo com o índice calculado pela FEE – Fundação de Economia e Estatística), a extinção ou melhorias no regramento do Banco de Horas e também o pedido de aumento real equivalente ao PIB do Estado.
No início, o SINDISAÚDE-RS buscou para sentarem-se à mesa todas as entidades representativas dos diversos segmentos, para que as negociações atingissem os mais abrangentes locais de trabalho da categoria, como clinicas de saúde e laboratórios. Para que isso fosse possível, convidou o Sinamge (Sindicato das Empresas de Medicina de Grupo), o Sindiberf (Sindicato dos Hospitais Filantrópicos), o Sindihospa (Sindicato dos Hospitais Públicos e Privados); a Fehosul (Federação dos Hospitais do Rio Grande do Sul) e o Sindilac (Sindicato dos Laboratórios de Análises Clínicas).
Apenas este último não respondeu ao convite. “Em relação a esse Sindicato pretendemos verificar dentro da sua base de abrangência se há práticas acontecendo que só são permitidas com Convenções Coletivas. Em caso positivo, entraremos com processos na Justiça para coibi-las”, adianta João Menezes.
Com a Fehosul o processo foi rápido e as negociações já foram encerradas. O SINDISAÚDE-RS aguarda a confirmação do que foi acertado para a assinatura final do contrato. Já com o Sinamge, as negociações não estão a contento e após analisar o caso a Comissão de Negociação chegou ao consenso de que tudo indica que a intenção deles é convencionar apenas o que lhes é benéfico. “Não há esperanças de fechamento de Convenção e talvez tenhamos que ter o mesmo procedimento que foi adotado com o Sindilac”, confirma o presidente do SINDISAÚDE-RS.
Em relação ao Sindihospa, as negociações estão limitadas às cláusulas econômicas e sociais mais polêmicas pelo fato de que ainda está em vigência a atual Convenção, ou seja, neste ano é permitida apenas a revisão dela. Entre os itens polêmicos que estão sendo discutidos: o adicional noturno; adicional de insalubridade; reajuste salarial; jornada de 12/36 horas; Banco de Horas; licença gestante; creche; jornada de 36 horas; atestados médicos; e estabilidade em prazo de recursos do INSS.
As reuniões têm acontecido nas quintas-feiras, com previsão de encerramento em final de abril, “quando então estaremos chamando uma grande assembléia para avaliação e deliberação a respeito do que foi acertado com o Sindihospa”, adianta João Menezes. Já com o Sindiberf, as reuniões são às terças-feiras e as negociações se equiparam as do Sindihospa, com a discussão dos mesmos pontos polêmicos.
A diferença, segundo a Comissão de Negociação, é que os representantes dos hospitais filantrópicos vêm com uma proposta de redução em todos os adicionais e parcelamento do reajuste salarial (que seria de 5,50%) sem sinalizar com qualquer compensação que justifique as reduções sugeridas por eles. “Logicamente o SINDISAÚDE-RS com sua Comissão de Negociação rejeita qualquer proposta de redução e continuará negociando avanços e a manutenção das conquistas já obtidas pela categoria” asseguram os dirigentes sindicais da categoria dos trabalhadores da saúde.
As negociações com o Sindiberf também deverão ser fechadas ainda em abril.

Fonte:

http://www.sindisaude.org.br/

PROPOSTA DA SECRETARIA DE FORMAÇÃO SINDICAL DA FEESSERS

Seminários de formação sindical da FEESSERS - 2008

As Reformas e os desafios do movimento sindical no século XXI

DATA

REGIONAL

SINDICATOS

14 e 15 de Maio

3ª Central

Santa Cruz , Cachoeira do Sul e Santa Maria

04 e 05 de Junho

6ª Noroeste

Cruz Alta,Ijuí,Santo Ângelo e Santa Rosa;

25 e 26 de Junho

5ª Fronteira Oeste

Alegrete,São Borja,Uruguaiana,Quarai,Livramento,Santiago,Rosário do Sul e São Gabriel;

02 e 03 de Julho

7ª Planalto

Passo Fundo e Erechim.

06 e 07 de Agosto

Serra

Caxias do sul e Lageado

13 e 14 de Agosto

4ª Sul

Pelotas,Rio Grande e Bagé;

20 e 21 de Agosto

1ª Grande Porto Alegre

Porto Alegre,São Leopoldo e Montenegro


Temas: Reforma Trabalhista, Reforma Sindical, Reforma da Previdência e NR 32

Objetivo geral: Apresentar a história da constituição das normas trabalhistas, suas relações com a abordagem capitalista do mundo do trabalho e o papel da teoria socialista no arranjo da legislação trabalhista.

Objetivos específicos: Entender as conseqüências da luta dos trabalhadores para o modo de organização da sociedade capitalista no século XX. Perceber as implicações das transformações do capitalismo para as relações de trabalho no séc. XXI. Como justificar o aumento dos salários dos membros das equipes de saúde em relação a remuneração dos médicos.

Recursos didáticos-metodológicos: Aula expositiva com power point, texto guia preparado pelos coordenadorese apresentação de áudio visual.

Recursos materiais: quadro branco, pincel atômico, pastas com o texto guia e material para anotações, projetor, tela, computador com acesso a internet. Ambiente para cerca de 40 pessoas. Cetificados para entregar aos participantes do seminário. Café e biscoitos para o intervalo, chimarrão coletivo.

Vídeo: Apresentação de DVDs produzido com as fotos da campanha salarial unificada.


terça-feira, 22 de abril de 2008

SINDISAUDE SANTA ROSA FECHA CONVENÇÃO COLETIVA COM FILANTRÓPICOS

Principais avanços:
Reajuste de 6 % (seis por cento).
Pisos – Sev apoio – 466,58
Auxiliares – 512,67
Técnicos – 599,00

Ad. Noturno – 37,50 %
Aux. Creche – R$ 50,77 (por filho)
Ad. Insalubridade – Base de cálculo pisos da categoria
Ad. Tempo Serviço – 4 % (para cada três anos)
Demais cláusulas sócias renovadas.

domingo, 20 de abril de 2008

CAMPANHA SALARIAL UNIFICADA



FEESSERS, SINDISAÚDEs do INTERIOR e SINDISAÚDE PORTO ALEGRE - JUNTOS NA LUTA PELA VALORIZAÇÃO DA CATEGORIA EM TODAS AS FRENTES;
  • Negociação coletiva, assembléias, moblização nos hospitais públicos, privados e filantropias;
  • Protesto do dia 30 de Maio: todos em Porto Alegre lutando por mais salários e melhores condições de trabalho;
  • Seminário dos 25 anos do SUS, 25 e 26 de Abril na sede da FEESSERS;
  • Luta pelo aumento do piso regional;
  • Luta contra a aprovação do PLS 26, de extinção das categorias dos Téc. e Aux. de Enfermagem;
  • Comemorações do dia do trabalho;
  • Greve no HVN;
  • Protesto na imprensa contra as demissões em massa em Bage;
  • PSFs e regime de contratação, estamos de olho;
  • Aprovação da PRC 29, mobilizados pela aprovação das verbas para a saúde;
  • Anuidades do COREN, em busca da justiça;
  • Fiscalização e ação contra o assédio moral;
  • Reivindicação de bolsas para trabalhadores da saúde de instituições universitárias;
  • Luta pela equidade, integralidade e universalidade no atendimento - SUS TOTAL;
  • Campanha na mídia de valorização do trabalhador da saúde;
  • E muito mais...
Filie-se e acompanhe o dia-a-dia de seu sindicato.
SAÚDE: NOSSA CATEGORIA TAMBÉM FAZ!

sábado, 19 de abril de 2008

SANTA CASA DE BAGE PRATICA DEMISSÃO EM MASSA

Na tarde de ontem o diretor-presidente da Federação dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do RS (Fessers), Milton Francisco Kempfer, anunciou que a Santa Casa de Caridade de Bagé havia feito uma demissão em massa. Na visão do provedor Mário Mena Kalil a demissão de cerca de 20 funcionários é uma medida administrativa. Através de nota a imprensa
Kempfer citou que 16 funcionários da limpeza e nutrição estavam sendo demitidos, além de haver uma lista com mais 16 nomes para serem demitidos. Além disso, informou que não haverá limpeza no Bloco Cirúrgico nos domingos e feriados, e que o Refeitório e a Manutenção serão fechados. De acordo com a Federação, a presidente do SindiSaúde, Maria Conceição Prestes, irá tentar reverter o quadro, buscando ajuda junto ao Ministério Público, Ministério do Trabalho e demais órgãos de defesa do trabalhador e da comunidade para
garantir o direito dos funcionários e da população. Adequação Mário Mena alegou que atualmente a Santa Casa conta com 638 funcionários e que uma empresa grande precisa
se adequar a possíveis processos de crise, trabalhando de acordo com sua real necessidade.
Havia três setores – nutrição, lavanderia e higienização, onde os funcionários trabalhavam 12 horas e folgavam 36. A partir de agora, passaram a trabalhar diariamente 7 horas e 20 minutos.
“É uma mudança no comportamento de horas e isso reduziu a necessidade de alguns trabalhadores. Cerca de 20 serão demitidos. As decisões sobre quais seriam estas pessoas foram feitas pelas chefias. É uma medida administrativa, não uma demissão em massa”, justificou. Sobre demissões futuras e outras acusações feitas pelo Sindicato, Mena respondeu que “Falo sobre o que se fez e não sobre o que não aconteceu. São especulações que não compete falar
nesse momento. Estão sendo feitas muitas outras coisas boas que estão tornando a Santa Casa cada vez mais viável”. (MATERIA VEICULADA NO JORNAL CORREIO DO SUL DE BAGE 19 E 20 DE ABRIL)

SALA DE AULA VIRTUAL

Este blog está se constituindo em uma sala de aula virtual. Podemos pensar em otimizar o rendimento solicitando aos dirigentes e delegados sindicais para que acessem o blog e respondam as enquetes. Eles podem escrever comentários e levantar questionamentos sobre as postagens que acherem mais interessantes para serem aprofundados nas aulas presenciais.
Que tal? Vamos pensar este projeto de formação com conteúdo e atividades para qualquer hora do dia ou da noite, seja em termos de conteúdo, seja em termos de participação. Sempre em formação, se econtrando virtualmente no BLOG e cara a cara nos dias de seminários na FEESSERS ou em uma outra sede de sindicato no interior.

COREN/RS PUNE TRABALHADORES COM A BENEVOLÊNCIA DO JUDICIÁRIO

Quando os sindisaúdes estão na luta para conseguir reposições salariais e dignidade e respeito aos trabalhadores, o COREN/RS, busca junto ao judiciário uma forma de assaltar o bolso do trabalhador. Com amparo de juízes descomprometidos com a classe trabalhadora, o COREN/RS ttêm respaldado suas ações de afronta aos profissionais de saúde. A cobrança das anuidades no minímo deveria ser reajustadas no indices que os trabalhadores tiveram os seus salários reajustados. É lamentável que o COREN/RS nunca esteve ao lado dos sindicatos verificando as péssimas condições em que os trabalhadores são obrigados a exercer suas funções, que passam desde os salários com 4 meses de atraso, férias sem pagamento, demissões sem as verbas rescisória, ausência de profissionais médicos, material, equipamentos e recursos humanos. Prefeituras remunerando técnicos de enfermagem inferior ao salário mínimo. Todas estas situações COREN/RS é conivente. Qundo os sindicatos estão na luta por melhores salários e condições de trabalho o COREN/RS está calculando quanto mais vai cobrar dos profissionais. Perguntamos para onde vai o dinheiro do COREN/RS? Quém é o COREN? Com quém o COREN discute o seu orçamento? Quém ele fiscaliza.? Respostas de um trabalhador da enfermagem. "O COREN é um orgão particular que pune os trabalhadores da saúde, agracia os maus empregadores e juízes. Mas o COREN também têm o hábito de coagir seus advessários ou até matar, como foi o caso do EX Presidente do COFEN, Gilbero Linhares que assassinou dois enfermeiros que eram sindicalistas. Então diz o técnico de enfermagem para o sindicalista que o entrevistou....Eu tenho muito medo do COREN., preciso de proteção". Esperamos que o COREN, reflita suas prerrogativas e seja um orgão público e de proteção aos profissionais e não o contrário.

CAMPANHA SALARIAL VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL...

Os trabalhadores da saúde estão em campanha salarial.
A maior reivindicação da classe é reconhecimento da importância dos trabalhadores da saúde que exercem funções de relevância pública, seja ela na esfera pública ou privada, não importa. O exercicio do curar, prevenir e promover a saúde é obrigação do estado nas três esferas.
Os governos tercerizam suas responsabilidade para empresas particulares remunerendo mal e não fiscalizando a execução do serviços, jogando toda a responsabilidade do controle aos conselhos municipais.estaduais e nacional de saúde. Quando o conselho quer atuar na fiscalização responsabilizando as empresas prestadoras de serviços e os governos, vem os gestores públicos com a meaça para os conselhos, muitas vezes intervindo e destituindo conselheiros.
Os trabalhadores da saúde e a população são as vítmas desta prática abominável e irresponsável nas políticas de saúde e ações de governos. No dia 30 de maio, trabalhadores da saúde e popúlação estarão em praça pública denunciando o descaso com a saúde da população e os desrespeito com os trabalhadores. Os sindicsaúdes estarão com faixas e cartazes com frazes que reportam a situação dos trabalhadores. Salários pago em atraso, férias, FGTS.INSS,negociações coletivas, respeito á organização sindical. o Fim do assédio moral nas empresas é a pauta do trabalhadores da saúde.

AS RELAÇÕES ENTRE OS HUMANOS ESTÃO DESUMANIZADAS

eva vieira: A HUMANIDADE PRECISA SE TORNAR HUMANA

No início da construção da humanddade, homens e mulheres amavam-se de forma intensa ou odiavam-se com a mesma intensidade. As relações entre as mulheres eram maternais e carinhosas ou de disputa, o mesmo acontecia com as relações entre homens, companheiros e parceiros da guerra ou, de opostos na disputa. Estas relações aconteciam no contexto social da época. Os laços consangüineos não eram esquecidos, ao contrário, valorizados e muitas vezes transformados em cifras para negócios e expanção da comunidade.
No interior da comunidade existia solidariedade regrada pela hierarquia patriarcal ou matriarcal. O socialismo era praticado sem execessão. A caça era divida e os abrigo eram coletivos. Parece, então, que a felicidade estava ali. É possível que havia sobressaltos na madrugada ou até durante o dia, devido os ataques de outras tribos ou até mesmo de animais predadores. Mas era esta a construção da vida. Disputas, derrotas e vitórias. Assim caminhou a humanidade até os dias de hoje. As cavernas foram substituídas por prédios para os mais abastados ou menos explorados,para outros vieram as favelas ou ainda as marquizes. Para a maioria dos trabalhadores com emprego, sendo estes a minoria, sobroaram as casa pequenas com até três cômodos, que podem ser alugads ou compradas através de longas e altas prestações. Asim caminha a humnidade, as caçadas de animais nas planícies, tornaram-se para os moradores das marquizes uma corrida nos latões de lixo dos moradores dos prédios ou então, as grandes caçadas de policiais aos homens que vivem nas favelas.Os trabalhos realizados na comunidades antigas, tornaram -se tarefas dos assalariados para os donos dos meios de produção. As partilhas solidárias da caça, tornaram-se míseros salários, quando pagos.
As relações humanas estão ostis, trapaças, disputas e exploração de homens pelos próprios homens. A Humanidade está perdendo a sua essência da sensibilidade. Os homens devem tornar-se humanos outra vez. Isto é possivel. As mudança devem começar pelas relações trabalhistas, entre homens e mulheres com respeito as diferenças e divergências. As discussões devem partir no campo das idéias e a construção da conciência de classe é preciso renascer. Os trabalhadores da saúde devem ter um diferencial para passar aos demais trabalhadores, pois trabalham com a senssibilidade, o sentimento e a dor. Estes trabalhadores vivenciam todos os dias com o sofrimento da morte e alegria do nascimento. Estes viéz transfomam o homem e a mulher em um SER senssivel ao seu semelhante.Acreditar na vida e ter a certeza que a morte é intransponível,porém outro ser humano vem e ocupa este espaço que deve ser o melhor, acolhedor e feliz.A humanidade deve se tornar mais humana com toda a técnologia existente,ainda o toque feminino ou masculino é o mais eficiente. Buscar a felicidade não quer dizer parar no tempo e sim não esquecer da essência humna.

AGRAVO REGIMENTAL SERÁ JULGADO DIA 29 DE MAIO

sls 855 - Agravo Regimental busca restabelecer o valor legal para cobrança das anuidades do COREN-RS, restabelecento liminar da Justiça Federal do RS.

23/05/2008 - 12:48 - EM MESA PARA JULGAMENTO - CORTE ESPECIAL - SESSÃO DO DIA 29/05/2008 09:00:00
21/05/2008 - 16:08 - PROCESSO SOLICITADO PELA COORDENADORIA PARA JUNTADA DA PETIÇÃO Nº 112308/2008 (PETIÇÃO REQUERENDO)
19/05/2008 - 14:07 - PETIÇÃO Nº 112308/2008 PETREQ - PETIÇÃO REQUERENDO PROTOCOLADA EM 19/05/2008.
05/05/2008 - 16:15 - CONCLUSÃO AO(À) MINISTRO(A) RELATOR(A) COM AGRAVO REGIMENTAL

02/05/2008 - 10:21 - PETIÇÃO Nº 93876/2008 (AGRAVO REGIMENTAL) JUNTADA
28/04/2008
-
17:48 - PETIÇÃO Nº 93876/2008 AGRG - AGRAVO REGIMENTAL PROTOCOLADA EM 28/04/2008.

Mais fotos do protesto dos trabalhadores do Hospital Vila Nova





sexta-feira, 18 de abril de 2008

TERMINA GREVE DE 15 DIAS NO HOSPITAL VILA NOVA








Dirigentes e trabalhadores iniciam o dia protestando em frente a Secretaria Municipal da Saúde e no final da tarde em frente a Prefeitura.
A acusação de que o prefeito Fogaça estaria mantendo dinheiro da prefeitura em aplicações financeiras colocou o governo em cheque. Especialmente, considerando-se que os trabalhadores do HVN estão sem receber salários por falta de renovação de conênios entre a prefeitura e a direção do hospital.
Finalmente, por volta das 17:00 um secretário de governo recebeu o presidente do SINDISAÚDE. Depois veio ao microfone, na porta da prefeitura, falar aos trabalhadores e se comprometer com o repasse das verbas para o pagamento dos salários atrasados.
No início da noite a greve foi suspensa por decisão majoritária da assembléia dos trabalhadores reunidos no Hospital Vila Nova


terça-feira, 15 de abril de 2008

MAIS RECURSOS PARA A SAÚDE: MELHORES SALÁRIOS

A luta por mais recursos para a saúde só ocasionará ganho de qualidade no atendimento da população e melhores salários, se os dirigentes sindicais conseguirem mobilizar a categoria e formar a opinião pública no sentido de apoiar nossas reivindicações.
Observe esta simulação de crescimento de receita mensal de um hospital pequeno em função da aprovação da PEC 29:

Agora o gráfico de 2009, com o crescimento da receita resultante da aprovação da PEC 29:

Observe que, mesmo com mais R$ 6.000,00 de investimento na folha de pagamento, não há aumento real de salários em relação ao total dos gastos (segue sendo 50% do total da receita). A folha de pagamento apenas acompanha o crescimento geral da receita. Ou seja, aumentando os gastos com saúde, devem aumentar os salários dos trabalhadores. Do contrário, a mão de obra será super explorada e haverá piora na qualidade no atendimento da população, pois haverá transferência de recursos da folha de pagamento (perda da massa salarial) para investimentos em publicidade, crescimento dos lucros, investimento em equipamentos, extrutura, superfaturamento de compras, etc...

Devemos lutar para manter e aumentar o custo da mão de obra na prestação dos serviços de saúde porque este é um tipo de atividade em que o trabalho não pode ser mecanizado. Deve, alias, ser cada vez mais humanizado. Existem uma série de fatores de risco ligados a atividade em saúde que repercutem na qualidade dos serviços prestados aos usuários e na segurança dos trabalhadores. Nossa categoria não pode arcar com as consequências da insuficiência e da má gestão dos recursos do SUS.

VAMOS DEIXAR QUE A CATEGORIA FISCALIZE OS SINDICATOS

Lula aprovou a Lei de reconhecimento das centrais, vetando o artigo em que os sindicatos teriam de prestar contas ao TCU. Foi acertada a medida, não por que os sindicatos não devem prestar contas, mas por que o TCU é um órgão extremamente limitado, mal consegue ver as contas da União, não teria a mínima condição de averguar contas de mais de 16.000 sindicatos. Por outro lado aqueles sindicatos que não prestam contas para a categoria, teriam um argumento a mais, diriam quando questionados, mandamos a prestação de contas ao TCU, ou seja ninguem nos fiscaliza, como aliás já é hoje com o Sistema COFEN-CORENS, não prestam contas para a categoria que é obrigada a contribuir e dizem com a maior cara-de-pau, o TCU nos fiscaliza, quando na verdade já faz muito tempo que o TCU não fiscaliza os Conselhos Profissionais.
Então é melhor a categoria que contribui, continuar fiscalizando, do que submeter os sindicatos a um órgão que não consegue nem fiscalizar o que já é de sua competência, quem não concordar, basta ler os jornais e ver quantidade de escândalos de corrupção e desvio de verbas ?
LULA ACERTOU DE NOVO

domingo, 13 de abril de 2008

FATOR PEVIDENCIÁRIO CAI EM VOTAÇÃO NO SENADO

A anti-reforma da Previdência

O Senado aprovou, na noite de quarta-feira, dois projetos que anulam regras aprovadas nos últimos anos para conter o crescimento do déficit do sistema previdenciário, que neste ano deverá alcançar R$ 44 bilhões. Um dos projetos estabelece que o valor dos benefícios previdenciários dos aposentados terá correção igual à do salário mínimo; outro extingue o fator previdenciário adotado em 1999 para retardar os pedidos de aposentadoria.
As mudanças terão de passar pela Câmara dos Deputados antes de serem submetidas à sanção do Executivo.O autor das mudanças é o senador Paulo Paim (PT-RS), O projeto estabelece ainda que a data para a entrada em vigor do novo salário mínimo será antecipada gradativamente, para que a data-base do reajuste passe a ser, em 2011, o dia 1º de janeiro.
A emenda do senador Paulo Paim, apresentada durante o exame do projeto pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado e aprovada pelo plenário, assegura a todos os benefícios da Previdência Social, inclusive aos dos aposentados, “o mesmo reajuste e a mesma política de valorização” do salário mínimo. Como essa decisão altera o texto aprovado pela Câmara, o projeto voltará a ser examinado pelos deputados.
Este texto é parte da edição on-line do Estadão. A reportagem critica a decisão dos senadores. Evidentemente em nome do ajuste fiscal o jornal defende na verdade os interesses de agentes do estado e elites que desviam verbas públicas. Leia a integra da matéria em:
Marco Pires.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Greve na Saúde

Hospital Vila Nova
Prefeito Fogaça provoca o fechamento do Hospital

O prefeito Fogaça provoca o fechamento do Hospital Vila Nova, negando atendimento aos pacientes HIV, apenados, dependentes químicos e psiquiátricos.
O descaso com o repasse de recursos e a não renovação de contratos por parte da Prefeitura leva a uma greve que trará grandes prejuízos à população usuária do SUS da zona sul da capital.

PREFEITO FOGAÇA RESPEITE A SAÚDE!!!!!

Saúde: Nossa categoria também faz!

Assista a esse spot da campanha salarial do SINDISAUDE-RS DE 2007:
http://br.youtube.com/watch?v=dFLmAesD0jI&feature=related

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Saúde em debate


Estudos e debates












SINDICATO X COREN/RS


A LUTA VALE A PENA

Para tirar todas as dúvidas que possam ainda restar sobre o fim das cobranças abusivas cobradas pelo COREN-RS fomos conversar com o Diretor Jurídico do SINDISAÚDE-RS Gilmar França, que atua no movimento sindical em defesa dos profissionais da saúde desde 1980 e conhece profundamente todos os problemas que eles enfrentam no mercado de trabalho.

Ele conta também por que o sindicato lutou tanto para ser vitorioso no impasse jurídico contra o Conselho.

Jornal Emergência - Fale sobre ação contra as anuidades cobradas pelo COREN-RS
Gilmar França - A ação movida pelo Sindisaúde-RS, Federação da Saúde e Sindicato dos Enfermeiros representa um marco histórico na vida dos auxiliares de enfermagem, técnicos e enfermeiros do Rio Grande do Sul.

JE – Por que o termo “marco histórico”?
Gilmar - Veja, desde 1991 a direção do COREN-RS vem cobrando e legislando sobre o valor das anuidades sem ter competência legal para isto. No final de 2007, a atual direção do Sindisaúde-RS, recém reeleita, ingressa com ação pedindo a redução dos valores cobrados e é vencedora em seu pleito.

Diferentemente do que a direção do COREN-RS divulga, as ações nunca foram reformadas e muito menos tratavam-se de ações iguais as oito ações movidas pelo sindicato contra o Conselho desde 1991. Somente em duas delas o COREN-RS recebeu autorização para cobrar os valores em questão. Nas outras seis ações os trabalhadores saíram vitoriosos.

Nenhuma das oito ações até hoje teve sentença final. Ressaltamos que na época das primeiras ações não havia jurisprudência sobre a matéria. Hoje, os tribunais têm decisões unânimes reafirmando que, com exceção da OAB, nenhum outro conselho pode legislar sobre anuidades, visto que anuidade é tributos e deve ser definida por lei.

JE – O COREN-RS diz que a decisão pode ser reformada. Isso é possível?
Gilmar – A direção do Conselho pode dizer o que quiser, já a decisão da Juíza Federal Verbena Duarte Brito de Carvalho é clara: determina que o COREN-RS emita novos boletos de pagamento fazendo constar o novo valor e com nova data de vencimento, com prazo de pelo menos 30 dias para o pagamento, a contar da decisão do dia 27 de março de 2008.

JE – Como a categoria profissional deve proceder agora?
Gilmar - Bem, há três procedimentos:
1) os que ainda não pagaram suas anuidades devem aguardar até o dia 27 de abril de 2008, quando vence o prazo de 30 dias dado pela juíza;

2) os que estão em processo de cobrança judicial, acordos de parcelamento e penhoras de bens, devem anotar o Nº do Processo: 2007.71.00.047864-6 e se dirigir ao prédio da Justiça Federal, que fica atrás do “Chocolatão”, no final da Linha do ônibus T1. Chegando lá, procurar o setor de “justiça gratuita”, que fica no térreo, na ala leste;

3) os que já pagaram devem aguardar o processo que pede a devolução dos valores cobrados indevidamente;

JE – Você tem idéia da quantidade de cobranças judiciais?
Gilmar - Esta é a parte mais “nociva”. A atual direção do COREN-RS se tornou uma autarquia meramente arrecadatória dos tributos e para isto criou uma máquina gigantesca voltada exclusivamente para as questões de penhora de bens e de cassação de registros profissionais dos trabalhadores da enfermagem inadimplentes. Nós, no Sindisaúde, recebemos um número enorme de trabalhadores nessa situação. Todos querem pagar, mas discordam dos valores.

JE – Você acha que com esta decisão judicial a questão do COREN-RS está resolvida?
Gilmar - Não, pelo contrário, há muito ainda por fazer... Nós, do SINDISAÚDE-RS, sabemos que sempre que uma “campainha” toca em qualquer hospital do Rio Grande do Sul e não aparece ninguém para atender a paciente que chama é porque a atual direção do COREN-RS não está fazendo a sua parte.

Há sobrecarga de trabalho nos hospitais do Estado. Isso é grave porque põe em risco o atendimento com qualidade que devemos e queremos prestar à população, porém isso se torna impossível tendo em vista que na maioria dos hospitais cada técnico ou auxiliar fica responsável em média por 10 a 15 pacientes.

JE – Para encerrar, Gilmar, com base nas suas respostas podemos concluir que o Conselho não cumpre o seu papel e não é confiável...
Gilmar - Sim. E, além disso, falta transparência ao sistema. A FEESSERS e os SINDISAÚDEs-RS, que representam milhares de técnicos e auxiliares, quando entram na justiça pela redução do valor da anuidade, na verdade entendem que nenhum valor é realmente justo para pagar ao órgão, que além de não trazer benefício algum, traz transtornos imensos para o exercício profissional.

Portanto não se trata de querer pagar menos, o que se quer é deixar de sustentar uma organização, que arrecada milhões, não executa nada de bom e ainda serve para escândalos de corrupção, pela total falta de transparência em sua gestão. O sistema COFEN-CORENs que deveria servir para proteger a sociedade e os profissionais, hoje, pelo contrário, serve para enganar a sociedade e persegui-los. Esse é o sentimento dos profissionais que arriscam a vida para salvar outras vidas e que de repente topam com uma pessoa na sua porta com uma execução fiscal, quando não o procuram no local de trabalho, trazendo constrangimentos e forçando o trabalhador a pagar aquilo que não pode pagar.

Quem da nossa categoria já não ouviu algum relato de busca e apreensão de bens dos trabalhadores que deixaram de pagar o COREN, geralmente por estarem com os salários atrasados e o pouco que tinham usavam para comprar comida para os seus filhos. Os CORENs também fazem eleições via Correio. Assim, quem deixar de votar ou não comprovar que votou paga uma multa no valor de uma anuidade.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Hospitais de Porto Alegre contaminados por Acinetobacter

Terapêutica Antibiótica da Infecção por Acinetobacter baumannii

O Acinetobacter baumannii é uma bactéria Gram negativo agente de infecções nosocomiais. Resiste durante semanas em superfícies ou objectos, sendo de muito difícil erradicação. Apenas rigorosas medidas de controle de infecção permitem combater este microrganismo.

Nos Hospitais da Universidade de Coimbra desde há vários anos que esporadicamente se isola esta bactéria em produtos biológicos colhidos em doentes com hospitalizações prolongadas e sujeitos a múltiplas manobras invasivas.
Frequentemente é apenas uma bactéria que coloniza doentes fragilizados, mas quando isolada em produtos biológicos normalmente estéreis, como o sangue, o LCR, os líquidos pleural ou peritoneal, a sua patogenicidade é reconhecida.

O sofrimento dos trabalhadores da saúde

Depois das denúncias, na semana passada, de infecções hospitalares causadas por fezes de pombos e da permanência de ratos nas dependências do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre o sinal de alerta está emitindo luz vermelha nos recônditos das consciências dos cidadãos gaúchos.

Nesta semana (segundo o noticiário de jornal, rádio e TV) é a lotação das UTIs neonatais que tira o sono das nossas gestantes, além disso temos as bactérias resistentes a antibióticos que tem levado os hospitais e a vigilãncia sanitária a buscarem medidas de contenção ao alastramento da infecção de pacientes internados em áreas fechadas.

São tantos os problemas e tão óbvias as conseqüências para os trabalhadores e usuários dos serviços de saúde público e privado, que nem temos dificuldade em perceber que estas denúncias, antes de oportunismo político, devem-se a preocupação das lideranças dos trabalhadores saúde em perceber a situação de sofrimento psíquico em que se encontram os trabalhadores que devem cuidar da saúde da população.

A sociedade precisa se perguntar:

Como vive, quantos empregos precisa ter para sobreviver, que nível de salários e que jornada o profissional da enfermagem é obrigado a suportar?

Qual apoio, eles que administram, os tratamentos de ponta prescritos e permanecem 24 horas ao lado dos enfermos, sofrendo assédio moral constante e suportando a pressão de trabalhar em sistemas de saúde com problemas de gestão e de organização, tem da parte de seu conselho profissional?

Quantos pacientes atende um Auxiliar ou Técnico em Enfermagem na emergência do GHC, Santa Casa, Hospital de Clinicas, Ernesto Dorneles, ULBRA, PUC, Vila Nova e em todos os demais hospitais do Estado?

Como fica o atendimento a população com as condições de trabalho precárias que são impostas ao trabalhadores da saúde?

Por tudo isso devemos participar das convocações feitas pela direção da FEESSERS e seu sindicatos filiados, protestar e dar visibilidade pública para nossas reivindicações.

SAÚDE – NOSSA CATEGORIA TAMBÉM FAZ!

VISITAS AO NOSSO BLOG