sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Prefeito de Cruz Alta VILSON ROBERTO do PT,entra na justiça contra SINDISAUDE

O Prefeito de Cruz Alta, VILSON ROBERTO, outrora sindicalista, hoje no seu segundo mandato, surpreende ao entrar na justiça contra o SINDISAUDE CRUZ ALTA. Não se contentou em ser negligente com a Saúde da população, pois no pronto atendimento falta médico, materiais e medicamentos.

Quando os funcionários do hospital, cansaram de esperar por providências e decidiram paralisar para proteger a população. O Prefeito em vez de providenciar condições aos funcionários, resolveu entrar na justiça para se livrar da responsabilidade. A juiza de Cruz Alta deu liminar obrigando o SINDISAUDE manter o atendimento sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Não sabemos se a cúpula estadual do Partido dos Trabalhadores esta sabendo disso, e não sabemos como vai reagir quando souber, pois fizeram escândalo quando o Prefeito de CANOAS queria nomear o Cesar Busato, quem sabe fazem o mesmo com o Prefeito VILSON ROBERTO e fazem ele lembrar da sua origem e também das bandeiras do Partido.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ASSEMBLEIA DE SANTA ROSA APROVOU PAUTA DE REIVINDICAÇÕES







Em Assembléia de Casa Lotada o SINDISAUDE SANTA ROSA, aprovou a pauta de reivindicações para 2009.



Com o novo Presidente Lino Puhl, a categoria demonstrou que apoia a Direção do Sindicato.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

AUDITORIO DA FEESSERS LOTADO NA ASSEMBLEIA DE APROVAÇÃO DE PAUTA




O SINDISAUDE-RS, aprovou por unanimidade a pauta de reivindicações 2009 durante a Assembléia Geral ocorrida ontem (22/01/2009), na sede da FEESSERS.
A assembleia foi a ultima de uma série que ocorreu em várias localidades da grande Porto Alegre e Litoral.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

LULA CONFIRMA NOVO MÍNIMO PARA PRIMEIRO DE FEVEREIRO


O Presidente LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, em audiência com as Centrais Sindicais, confirmou o novo salário mínimo nacional, que terá 5,7 % de aumento real. Com reajuste de 12,04 %, em primeiro de fevereiro de 2009, o novo mínimo nacional passa a valer R$ 465,00 (quatrocentos e sessenta e cinco reais).

Artur Henrique, presidente da CUT NACIONAL, cobrou ainda redução de juros e aumento de políticas sociais do governo, a fim de conter a crise, preservando empregos e valor dos salários.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Lula confirma audiência solicitada pela CUT


Escrito por CUT Nacional

O presidente Luís Inácio Lula da Silva confirmou na tarde desta quinta-feira (15) a audiência solicitada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para discutir alternativas para a defesa dos empregos e manutenção do crescimento econômico em tempos de crise. A reunião será na segunda-feira, dia 19 de janeiro, às 17h00, em Brasília e terá a participação das demais centrais sindicais.

A CUT reitera que não vai aceitar redução de direitos como premissa dos debates e apresentará ao presidente Lula algumas propostas. Uma delas é o estabelecimento de redução da carga tributária com a contrapartida de garantia do emprego, como forma de atravessar o período mais turbulento da crise. A redução drástica de juros e o fim do superávit fiscal, medidas urgentes, estão entre as principais propostas da Central.

Conheça abaixo o conjunto de propostas da CUT para o enfrentamento da crise:

a) DEFESA E GARANTIA DO EMPREGO
1) Nenhuma demissão. Estabilidade no emprego.
2) Ratificação da Convenção nº 158 da OIT.
3) Redução constitucional da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários e limitação das horas extras conforme proposta da CUT.
4) Ampliação das Políticas de geração de emprego no setor privado e no setor público, especialmente para os segmentos mais vulneráveis, a exemplo das mulheres e da população negra.
5) Programa especial de geração de emprego e renda na agricultura a partir do fortalecimento da Agricultura familiar e garantia de preços mínimos.
6) Reforma Agrária: Estabelecimento de limite de propriedade da terra; atualização dos índices de produtividade; garantia de instrumentos legais de controle de compra de terras por estrangeiros; combate ao trabalho escravo.
b) INVESTIMENTOS
7) Fortalecimento da política de valorização do salário mínimo e das aposentadorias e as políticas públicas de saúde e educação, garantindo-se a ampliação de recursos do orçamento público para as áreas sociais (EC29, FUNDEB etc) e os programas de transferência de renda.
8) Fim do superávit primário e ampliação dos investimentos em obras de infra-estrutura, a valorização do serviço público e das políticas sociais, a exemplo dos Territórios da Cidadania.
9) Ampliação da capitalização do BNDES e dos recursos para o orçamento corrente da instituição, visando o financiamento dos investimentos e, desta forma, reduzir a taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).
10) Revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
c) CRÉDITO
11) Nenhum recurso financeiro deve ser concedido à especulação.
12) Qualquer instituição financeira que apresente estado de falência deve ser estatizada.
13) Criação de mecanismos como multas, taxas, punições administrativas, entre outras, que assegurem a concessão de crédito à economia e que os recursos liberados pelo governo federal cheguem à economia real, não sendo utilizados pelos bancos para outros fins.
14) Qualquer "socorro" que o governo resolva conceder às instituições financeiras e não-financeiras que apresentem problemas em função da atual crise internacional deve ter contrapartidas, a partir dos seguintes critérios:
14.1 Garantia da manutenção do nível de emprego nas instituições financeiras e não-financeiras.
14.2 Garantia de estabilidade de emprego nos processos de fusões e incorporações.
14.3 Que os volumes de recursos dos programas de apoio serão devolvidos ao Estado, em parcelas e prazos previamente determinados.
14.4 Limitação dos rendimentos dos executivos das instituições financeiras e não-financeiras.
15) Ampliação das ações para garantir crédito e seguro para a agricultura familiar, como também o crédito imobiliário, visando combater o déficit habitacional.
d) MEDIDAS EMERGENCIAIS
16) Estruturação pelo Governo Federal de Plano de Renegociação de Dívidas para pequenas empresas, assalariados e trabalhadores em geral.
17) Redução do impacto da desvalorização do real nos preços dos alimentos e produtos de primeira necessidade, por meio, entre outros, da redução dos impostos internos, com a contrapartida da manutenção de preços.
18) Construção do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho.
19) Constituição, em caráter emergencial, de Câmaras Setoriais e especialmente nos setores mais atingidos pela crise do crédito e retração da atividade econômica (construção civil, têxtil e calçados, alimentação etc), de forma que as iniciativas de apoio do Estado representem contrapartidas na área da garantia do emprego, melhoria das relações de trabalho em cada setor.
20) Valorização do salário mínimo, com a incorporação da variação dos preços da alimentação já no reajuste de 2009.
21) Interromper os processos de privatização do patrimônio público (Embrapa e Infraero), o leilão das reservas petrolíferas, bem como revogar o marco regulatório herdado do Governo FHC, de modo que a riqueza do pré-sal seja explorada em benefício da Nação.
22) Retirada do Projeto de Lei que propõe a implantação das Fundações Estatais de Direito Privado.
e) GARANTIAS DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES
23) Ampliação dos direitos dos trabalhadores e retirada dos projetos de flexibilização hoje existentes no Congresso Nacional, como o PL nº 4302/1998, que trata do trabalho temporário e da terceirização.
24) Garantia de cumprimento pleno dos acordos coletivos firmados com os servidores públicos em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal) e ratificação da Convenção nº 151, que prevê a negociação coletiva para os servidores públicos.
25) Garantia do cumprimento da Lei que estabelece o Piso Nacional do Magistério.
f) POLÍTICAS ECONÔMICAS
26) Sistema de Metas de Inflação mais flexível, com a efetiva utilização do intervalo de taxas de inflação admissíveis, sem determinar qual a meta-centro.
g) SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E INTERNACIONAL
27) Regulamentação do artigo nº 192 da Constituição Federal, que trata da regulação e do papel social do Sistema Financeiro.
28) Fortalecimento do papel social dos bancos públicos.
29) Por meio de uma ampla articulação desenvolvida no âmbito da CSI e da CSA, promover uma agenda de debates e ações visando a estruturação de nova ordem financeira internacional, que, entre outros, estabeleça maior controle das operações das instituições financeiras e do fluxo de capitais entre os países, de modo a minimizar os impactos gerados nas economias nacionais.
30) Fortalecimento do Mercosul como forma de reduzir os impactos dos fluxos de saída de capitais externos. Este fortalecimento deve enfatizar os aspectos de complementaridade dos projetos e o desenvolvimento da dimensão social, com o estabelecimento de contrapartidas e aplicação da Declaração Sócio-Laboral.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Seminario empregados e empregadores discutiram a jornada de trabalho









Na Sede da FEESSERS, cerca de 60 pessoas entre dirigentes de sindisaudes e da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, discutiram ontem (15/01/09), a situação da jornada de trabalho, frente a possibilidade de extinção do turno de 12 horas por 36 de intervalo, numa ação que o Ministério Publico do Trabalho estaria disposto a promover.

Sabemos que no Brasil o máximo de jornada permitida é de 08 horas diárias.

O Seminário foi bastante amistoso, onde os representantes dos trabalhadores e dos hospitais colocaram suas preocupações ao final foi tirado encaminhamentos conjuntos a serem efetivados.
Listamos a seguir os encaminhamentos do Seminário:

1.Discussão conjunta da jornada de 12/36, buscando consensos.

2.Busca de informações a respeito de outros segmentos (Petroleiros e trabalhadores do pólo petroquímico, entre outros).

3.Realização de pesquisa científica para verificar em que período prevalece a incidência de afastamentos e doenças.

4. Vista à Procuradora do MP, levando a posição conjunta e abordando questões relativas a outros segmentos, além dos dados sobre pesquisa de afastamentos e doenças.

5.Busca de regulamentação do assunto, através de PL, abordando as entidades nacionais e as representações do segmento no Congresso Nacional.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

COMITE DE GENERO RAÇA E DIVERSIDADE SEXUAL DA FEESSERS PARTICIPA DE ENCONTRO SOBRE EFETIVAÇÃO DA LEI MARIA DA PENHA


Nesta manhã, por ocasião da reunião bimestral do comite de genero raça e diversidade sexual da feessers, os seus componentes participaram de encontro no centro universitário RITTER DOS REIS, o qual abordava a implementação e efetivação da lei maria da penha.
Na ocasião a juíza OSNILDA PISA, da vara de violencia doméstica de Porto Alegre ressaltou a necessidade da sociedade se empenhar na aplicabilidade da referida lei, pois a mesma de novidade pouco trás, além da possibilidade do mesmo juiz fazer a transação cível e criminal da lide em questão, é necessário também, ainda, segundo a mesma a sensibilização dos juízes para a aplicabilidade de sentenças, haja visto tal situação envolver valores pessoais e culturais não só das partes envolvidas, mas também da sociedade em geral, utilizando para isto ferramentas jurídicas como sentenças que contemplem a eliminação de certos agentes que estão de pano de fundo na violência doméstica tais como o álcool e o uso de drogas ilícitas principalmente o crack, pois prender o agressor ou estabelecer penas que envolvam pagamento de cestas básicas não resolve a situação pois o agente agressor ainda continuará presente.
Segundo a coordenadora do comite, ELAINE, a palestra foi extremamente elucidativa, pois demonstra o comprometimento de certos juizes com este problema que não é só pessoal, mas uma cultura social, que segrega os cidadãos por gênero estabelecendo assim uma relação hierárquica, e infelizmente ainda socialmente aceita.


POR EMERSON PACHECO

JUSTIÇA DECIDE ANUIDADE DO COREN EM CARÁTER DEFINITIVO

ANUIDADES DOS PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM

A Juíza Federal Substituta da 2ª Vara Tributária de Porto Alegre, Elisângela Simon Caureo, em sentença datada de 18.12.2008 (publicada em 12.01.2009), decidiu pela procedência da Ação Coletiva ajuizada no final de 2007 pelas entidades sindicais representativas dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem – representados pelo SERGS, SINDIDAÚDES e FEESEERS –, fixando o valor das anuidades profissionais devidas ao COREN/RS, em caráter definitivo, no patamar de 35,72 UFIR (hoje em torno de R$ 60,00), enquanto não houver lei específica que regulamente a matéria (Processo nº 2007.71.00.047864-6).

Quando esta decisão for definitiva, esse valor deverá prevalecer a partir do exercício de 2008, sendo também o valor fixado pela magistrada para os exercícios de 2009, 2010, e assim por diante, mas ainda não pode ser exigido perante o COREN/RS. Isto porque, no momento, não há decisão liminar que obrigue ao COREN/RS a aceitar o pagamento no valor de 35,72 UFIR.

A decisão liminar obtida pelas entidades sindicais ainda em 2008 foi suspensa por decisão do Superior Tribunal de Justiça (que sucumbiu à absurda alegação do COREN/RS de que a redução do valor da anuidade inviabilizaria a atividade de fiscalização, comprometendo a qualidade da prestação do serviço de saúde no RS). Mas a Juíza determinou ao COREN/RS, por ora, que promova somente a cobrança da anuidade no valor já fixado, sem a incidência de juros e multas em virtude do atraso.

Diante disso, a Assessoria Jurídica dos Sindicatos orienta aos profissionais que realizem o pagamento das anuidades de 2008 e 2009 no valor estabelecido pelo COREN/RS, observando que, em relação à anuidade de 2008, não deverá incidir juros ou multa pelo atraso no pagamento. Portanto, se o COREN/RS embutir valores de juros ou mesmo multa no valor da anuidade, denuncie às entidades sindicais, para que este fato seja levado ao conhecimento da Justiça Federal.

O valor de 35,72 UFIR só poderá ser exigido do COREN/RS após decisão judicial não mais passível de recurso.

Os valores pagos a maior pelos profissionais – em valor superior a 35,72 UFIRs, como é o caso das anuidades de 2008 e 2009 – serão objeto de futura devolução e/ou compensação pelo COREN/RS com anuidades de exercícios vindouros. É uma questão de tempo...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

ULBRA CONTINUA DEMONSTRANDO O SEU DESRESPEITO COM TRABALHADORES E CLIENTES


Com certeza não há mais como prever até aonde vão os desmandos da ULBRA. Mesmo após demonstrar total incapacidade gerencial e administrativa, através da crise que foi criada ao longo dos anos, a administração (se é que pode se dizer que quem está no comando ou descomando da entidade consegue administrar algo) conseguiu mais uma vez se superar.
Desta vez cortando o ponto dos trabalhadores da entidade que nada mais querem do que o seu salário (foram vítimas de calote).
Não receberam ainda o 13º salário, salário de dezembro e vales alimentação, mas tal medida ao invés de acalmar os ânimos deixou os trabalhadores ainda mais indignados, pois continuarão mais mobilizados e unidos do que nunca, se a ULBRA tem como objetivo que os trabalhadores treinados e comprometidos com a entidade sintam-se humilhados e com a auto estima baixa deram-se mais uma vez mal, pois os mesmos estão demonstrando atitude e coerência ao se manterem paralisados, e se por outro lado os "desadministradores" da ULBRA querem correr seus clientes individuais e as empresas que mantem convenio com a mesma, estão conseguindo.
POR EMERSON PACHECO

SANTA CASA DE SANTANA DO LIVRAMENTO VOLTA A ATRASAR SALÁRIOS


A Santa Casa de Livramento, voltou aos dias sombrios em que deixava os seus trabalhadores na mão. Não pagou os salários de dezembro, nem o 13º salário, sem ao menos dar perspectiva de quando efetuará tal pagamento.
Pelo quadro dá para se ter uma idéia de como foi o final de ano destes trabalhadores, o presidente do Sindisaúde de Livramento José Paulo da Silva diz estar cobrando junto a provedoria da Santa Casa a regularização da situação e já vem mobilizando os trabalhadores para eventuais atos e protestos necessários para pressionar o empregador e caso haja necessidade também os agentes públicos.

POR EMERSON PACHECO

SINDISAÚDE DE RIO GRANDE COM NOVO PRESIDENTE E EM FASE DE REORGANIZAÇÃO




Após a renúncia do presidente do Sindisaúde, Carlo Giovanni, que após anos de serviços prestados ao sindicato, bem como aos trabalhadores da saúde e fortalecimento do SUS, que por motivos pessoais deixou esta entidade, o agora presidente FÁBIO LUIZ NUNES BORGES, assume esta entidade e já inicia a sua remobilização, pois segundo o mesmo é necessário dar uma arrumada na casa e afinar o discurso entre os dirigentes para dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito pelo presidente anterior, pois a luta não é fácil e é fundamental a mobilização interna para atender as demandas dos trabalhadores, anuncia ainda que estuda melhorias nos convenios ora oferecidos pela entidade, na ocasião a FEESSERS através de seus diretores MILTON e EMERSON, colocaram mais uma vez esta Federação a disposição deste sindicado filiado. Na foto sozinhho Fábio o novo presidente.


POR EMERSON PACHECO

sábado, 10 de janeiro de 2009

Imprensa acompanha paralisação nos Hospitais da ULBRA



CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 10 DE JANEIRO DE 2009
Ulbra: atendimento é normal
Funcionários montaram piquete em frente ao Hospital Luterano

Funcionários dos hospitais da Ulbra paralisaram ontem os atendimentos em protesto pelo atraso nos salários. A medida, anunciada na quinta-feira, abrange os quatro estabelecimentos de saúde existentes no Estado: o Luterano e o Independência, em Porto Alegre; o Universitário, de Canoas; e o de Tramandaí. Piquetes foram montados em frente aos locais. Segundo a assessoria da Ulbra, porém, as unidades estão operando normalmente. A adesão foi praticamente nula, de acordo com as direções dos hospitais.
Os funcionários já haviam paralisado em novembro, mas retornaram ao serviço após a instituição regularizar o pagamento seguindo decisão judicial. Os hospitais têm 800 funcionários, segundo o Sindisaúde/RS. A paralisação atinge profissionais de nutrição, enfermagem, manutenção, segurança, higienização e administração. A Justiça do Trabalho determinou na terça-feira até 48 horas para a regularização da folha de pagamento. Os funcionários reivindicam ainda pagamento de uma parcela do 13º salário.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Funcionários dos 4 hospitais da ULBRA paralisam por falta de pagamento de salário


Os trabalhadores da saúde dos hospitais da Ulbra de Porto Alegre, Álvaro Alvin e Independência, do Universitário, em Canoas, e os do hospital de Tramandaí paralisaram suas atividades na primeira hora desta manhã (9/01) porque não receberam o salário de dezembro, que deveria ter sido pago até ontem (08/1). Eles só voltam ao trabalho quando a Ulbra pagá-los. Também não receberam a segunda parcela do 13º salário.

Segundo o SINDISAÚDE-RS, que representa a categoria, a situação financeira da Universidade Luterana se agrava a cada mês e a melhor solução seria a intervenção federal na instituição e o afastamento do atual reitor e sua equipe.

SINDISAÚDE ALEGRETE INICIA CAMPANHA SALARIAL 2009


A direção do Sindisaúde Alegrete, neste dia, reuniu-se para avaliar a pauta de proposta de acordo coletivo de trabalho para 2009, a ser apresentada em assembléia geral dos trabalhadores.
Será no dia 14 de janeiro de 2009 às 19 horas na sede deste sindicato, momento no qual os trabalhadores irão deliberar sobre a pauta apresentada, efetuando as alterações necessárias de acordo com as suas necessidades.
De acordo com o presidente deste sindicato Cloveci Lemes, este ano mais uma vez será de árduas negociações, pois além dos entraves já tradicionais alegados pela patronal, apesar de os hospitais nunca antes terem recebido tantos recursos, há a questão da crise global, que de certa forma atingirá os mesmos através da diminuição da arrecadação de impostos, bem como a iminente extinção da jornada de 12 horas através de ação do Ministério Público do Trabalho.
POR EMERSON PACHECO

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A FEBRE AMARELA PODERIA TER SIDO EVITADA

Mosquito Haemagogus janthinomys
Há 03 anos ressurgiu algo que parecia fazer parte dos livros de história, a temida febre amarela.
Começou com a estranha morte dos bugios, que inicialmente não passavam de 03 ou 04 mas acabaram denunciando a volta da febre amarela.

A febre amarela é transmitida por vírus, cujo hospedeiro são primatas, se um ser humano for picado por um mosquito infectado contraí a doença.

Existe um meio para evitar a contaminação eliminando mosquitos adultos através de uma pulverização aérea nas matas, onde foram encontrados os bugios mortos, também devem se vacinadas as pessoas que freqüentam essas áreas. Porem a febre amarela pode chegar ao ambiente urbano através do mosquito transmissor da dengue (aedes aegypti ).

Será que a vigilância sanitária foi realmente eficiente ? Não poderia ter sido evita a morte te tantos bugios (80 ) esse ano, se tivesse sido feita uma pulverização quando das primeiras mortes dos animais em anos anteriores ? Já não estaríamos livres dessa doença ? E essas duas mortes de pessoas, poderiam também ter sido evitadas ?

Tudo indica que sim, se quando do aparecimento dos primeiros bugios mortos, a vigilância sanitária tivesse feito uma operação de caça aos mosquitos, esse problema poderia ter sido minimizado ou até mesmo eliminado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Rede Globo de Parabéns

Quem viu o capítulo de Segunda-Feira (05 de janeiro de 2009) da novela “A FAVORITA”, deve ter ficado impressionado com a realidade cotidiana da classe trabalhadora retratada na falência da empresa de celulose em questão. Como acontece todos os dias nos países capitalistas, os trabalhadores, enquanto a empresa prospera e dá lucro, são meras peças de reposição, nunca lembrados pelos seus donos, que ocupam-se em promover gastos e fazer viagens.
Mas quando a coisa aperta, os trabalhadores aí sim, viram pessoas importantes, são chamados a dar o seu suor, suas economias e a deixar parte dos seus salários (redução salarial) para salvar a empresa, que neste momento não é mais dos donos é patrimônio de todos.
No caso da FONTINI, empresa fictícia, seu dono, gastava milhões em obras de arte e outras luxurias, controlava a vida de uma cidade inteira, determinava quem iria trabalhar ou não em sua fábrica, nunca tinha se preocupado com os problemas dos seus empregados, afinal a empresa era sua e de sua família.
Porém quando faliu, a empresa passou a democratizar o fracasso e as dívidas, através da redução de salários e a divisão da empresa em ações que perderam o valor.

Parabéns ao autor da novela, esperamos que sirva para reflexão de todos, principalmente para a classe trabalhadora, não se iludir, por maior que seja a empresa, não passamos de meros instrumentos, só somos importantes na ora que a casa caí. Exemplo recente em nossa categoria a poderosa ULBRA.

COMITE DE GÊNERO, RAÇA E DIVERSIDADE SEXUAL DA FEESSERS, REUNE-SE NA QUINTA FEIRA DIA 15 DE JANEIRO ÀS 10 HORAS

Na próxima quinta feira dia 15 de janeiro de 2009, renunirá-se o comite de gênero, raça e diversidade sexual da FEESSERS, por ocasião da seu encontro ordinário bimestral, momento em que também irá debater o impacto da iminente extinção da jornada das 12x36 horas, nas empresas de saúde por ocasião da ação promovida pelo Ministério Público do Trabalho.
De acordo com o sub coordenador deste comite Emerson Pacheco, o tema é de relevante importância para todos os tabalhadores da saúde, mas sobretudo ás mulheres que muitas vezes organizam a sua vida pessoal baseada em tal jornada de trabalho, tendo em vista muitas serem a única provedora de renda e assistência na sua casa, ou ainda organizam a sua vida pessoal trabalhando dia sim, dia não, revezando-se com demais familiares para cuidar dos filhos, por exemplo.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Seminário Estadual sobre Jornada de Trabalho

DIA 15 de Janeiro de 2009, queremos iniciar um debate sobre jornada de trabalho em Hospitais e Clínicas.

Será a partir das 14:00 horas, estão convidados além dos Diretores da FEESSERS e SINDISAUDES filiados, os Diretores da FEHOSUL (Hospitais Privados) e Sindicatos Patronais Filiados, Federação das Santas Casas e Sindiberfs filiados.

O turno de 12 horas, que não tem previsão legal no Brasil, se tornou rotina em Hospitais e Clínicas, por causa da facilidade que traz para os Hospitais e por interesse dos próprios trabalhadores que vêem vantagem em ter uma noite ou um dia de intervalo para conseguir outra atividade que possibilite ampliar a renda.

Porém essa falsa vantagem tem mostrado ao longo dos anos, aumento do passivo trabalhista para os hospitais e aumento de doenças ocupacionais para os trabalhadores, portanto um problema comum que precisamos encontrar uma alternativa, que poderá vir de uma negociação ou de um projeto de lei federal.

O importante é que tenhamos maturidade suficiente para compreender o problema e desprovidos de preconceito, possamos fazer uma discussão política, econômica, ideológica e de saúde do trabalhador.

A FEESSERS espera uma boa participação.

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