Dia 15 da Comissão de Saúde da AL, será debatido o Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Existe uma falsa polêmica construída pela gestão atual, ou por interesses de algumas pessoas de que a reserva de atendimento para planos de saúde e particulares ajuda a manter o bom atendimento do clínicas.
Ora, não há nenhuma relação entre o bom ou mal atendimento no Hospital de Clínicas com ter ou não ter reserva de atendimento para convênios e particulares, o Hospital de Clínicas, assim como o Hospital Conceição são instituições orçadas pelo Governo Federal, portanto estão imunes ao desfinanciamento que ocorre nas instituições filantrópicas e particulares que são simples prestadores e recebem por faturamento.
Sendo assim, a única diferença entre clínicas e conceição é a forma de atuação, o Conceição é uma instituição aberta ao público sem qualquer restrição, atende além da capacidade instalada, enquanto que o Clínicas é uma instituição pública mas fechada, impõe limites até a capacidade e reserva parte dela ainda para atender convênios e particulares.
O fato do Ministério Público querer o cumprimento da lei, não é para atrapalhar o bom atendimento, mas para dar o verdadeiro sentido a uma instituição que é sustentada pelo erário público, em detrimento de outras que vivem da prestação de serviços e podem ser beneficiadas pelo atendimento desses conveniados aumentando suas receitas e melhorando sua saúde financeira.
A obrigação de atender o SUS primeiramente é dos Hospitais Públicos, em seguida os filantrópicos e por último os privados, se essa ordem não for obedecida se esta cometendo uma injustiça e uma ilegalidade contra o SUS, pois os benefícios fiscais e os financiamentos obedecem justamente essa ordem.
Outra questão, o SUS é um Sistema de Saúde, ou seja é a política de saúde adotada no Brasil, e um de seus princípios basilares e a igualdade de tratamento, portanto não se justifica a tese de que deixando de atender convênio o Clínicas perderá sua qualidade.
Quanto aos funcionários do Hospital não serão afetados, no próprio hospital serão atendidos pelo SUS e fora dele poderão usar o convênio normalmente.
Ora, não há nenhuma relação entre o bom ou mal atendimento no Hospital de Clínicas com ter ou não ter reserva de atendimento para convênios e particulares, o Hospital de Clínicas, assim como o Hospital Conceição são instituições orçadas pelo Governo Federal, portanto estão imunes ao desfinanciamento que ocorre nas instituições filantrópicas e particulares que são simples prestadores e recebem por faturamento.
Sendo assim, a única diferença entre clínicas e conceição é a forma de atuação, o Conceição é uma instituição aberta ao público sem qualquer restrição, atende além da capacidade instalada, enquanto que o Clínicas é uma instituição pública mas fechada, impõe limites até a capacidade e reserva parte dela ainda para atender convênios e particulares.
O fato do Ministério Público querer o cumprimento da lei, não é para atrapalhar o bom atendimento, mas para dar o verdadeiro sentido a uma instituição que é sustentada pelo erário público, em detrimento de outras que vivem da prestação de serviços e podem ser beneficiadas pelo atendimento desses conveniados aumentando suas receitas e melhorando sua saúde financeira.
A obrigação de atender o SUS primeiramente é dos Hospitais Públicos, em seguida os filantrópicos e por último os privados, se essa ordem não for obedecida se esta cometendo uma injustiça e uma ilegalidade contra o SUS, pois os benefícios fiscais e os financiamentos obedecem justamente essa ordem.
Outra questão, o SUS é um Sistema de Saúde, ou seja é a política de saúde adotada no Brasil, e um de seus princípios basilares e a igualdade de tratamento, portanto não se justifica a tese de que deixando de atender convênio o Clínicas perderá sua qualidade.
Quanto aos funcionários do Hospital não serão afetados, no próprio hospital serão atendidos pelo SUS e fora dele poderão usar o convênio normalmente.
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