Foto Correio do Povo - Ieda defendeu-se dizendo que existe um movimento golpista.Segundo a revista VEJA dessa semana, supostas gravações de conversas entre o ex-chefe da representação do Rio Grande do Sul em Brasília Marcelo Cavalcante, morto em fevereiro, e o empresário Lair Ferst detalhariam a arrecadação de R$ 400 mil após o segundo turno das eleições que levaram Yeda Crusius ao Piratini. Os repasses teriam sido feitos pela Alliance One e pela CTA Continental.
As empresas negam ter abastecido o caixa 2. A viúva de Cavalcante, Magda Koenigkan, disse à revista que também ouviu as gravações e reconheceu seu conteúdo como autêntico. Na madrugada de sábado, logo após a edição online da revista chegar à Internet, integrantes da administração Yeda Crusius trocavam telefonemas tentando avaliar a repercussão política das denúncias. Citada na matéria, a agência DCS negou qualquer envolvimento. 'São coisas do mundo de denúncias', afirmou Roberto Callage, diretor da empresa no Estado.
As empresas negam ter abastecido o caixa 2. A viúva de Cavalcante, Magda Koenigkan, disse à revista que também ouviu as gravações e reconheceu seu conteúdo como autêntico. Na madrugada de sábado, logo após a edição online da revista chegar à Internet, integrantes da administração Yeda Crusius trocavam telefonemas tentando avaliar a repercussão política das denúncias. Citada na matéria, a agência DCS negou qualquer envolvimento. 'São coisas do mundo de denúncias', afirmou Roberto Callage, diretor da empresa no Estado.
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